Crítica: Thor: Ragnarok


"I'm not a queen...
or a monster... 
I am the goddess of death" - Hela


Direção: Taika Waititi
Roteiro: Eric Pearson 
Gênero: AçãoFantasiaAventuraFicção científica
Ano: 2017


“Thor está aprisionado do outro lado do universo, sem seu martelo, e se vê em uma corrida para voltar até Asgard e impedir o Ragnarok – a destruição de seu lar e o fim da civilização asgardiana – que está nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, a terrível Hela. Mas primeiro ele precisa sobreviver a uma batalha de gladiadores que o coloca contra seu ex-aliado e vingador – o Incrível Hulk"




 Após anos finalmente a Marvel quebrou a sua temível maldição do terceiro filme, "Thor: Ragnarok" quebra todas as expectativas trazendo uma obra de arte em quesito de roteiro, fechando todo o ciclo do personagem e não deixando pontas soltas. Com a trilha sonora de primeira, cada música se interliga a história dos personagens criando uma atmosfera cativante aos espectadores, auxiliado ao Timing Cômico dos personagens, já visto em filmes como "Guardiões da Galáxia", te arranca risadas deixando o clima leve.
Além da incrível participação de Stan Lee, exite a participação de grandes estrelas de Hollywood como um Easter Egg aos olhos atentos.
Em momentos do filme é necessário o conhecimento da mitologia nórdica assim como conhecimento do próprio Universo Marvel para entendimento da história de certos personagens, como Surtur e Skurge que são pouco desenvolvidos no roteiro. Vendo ambos lados da moeda do conhecimento, "Thor: Ragnarok" é um filme "leve" para os amantes de mitologia nórdica/Universo Marvel que conhecem o terror da profecia do Ragnarok, porém um filme emocionante e preciso nos momentos de tensão aos leigos.
É um filme maravilhoso e que vale completamente o ingresso e a emoção da sala de cinema.
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Sobre o autor: Ana Flávia Defavari, nascida em 1999, de Santa Bárbara d'Oeste, estudante de Cinema e Audiovisual e aspirante a Fotógrafa.

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