Critica: Maze Runner - A Cura Mortal.



Please, Tommy, Please!


Feito especialmente para os fãs dos livros escritos por James Dashner, mas mesmo assim agradando até mesmo quem não leu os livros, a saga Maze Runner entrega um final digno em A cura mortal. 

O filme começa com a busca por Minho (Ki Hong Lee) que foi sequestrado no segundo filme da franquia pela organização que está tentando buscar a cura para o Fulgor, um vírus que devasta a humanidade. 




Liderados por Vince, Thomas (Dylan O'Brien) e seus amigos entram em uma missão para resgatar os sequestrados pelo CRUEL, o filme é cheio de ação e surpreende a cada minuto com seus efeitos visuais, mesmo para um filme com o orçamento tão baixo de apenas 62 milhões de dólares. 

Wes Ball, o diretor do filme sabe trabalhar muito bem com os atores e os dublês nas cenas de ação, que são de tirar o fôlego, os efeitos visuais são extremamente bem feitos e minimamente pensados. Assim como a fotografia e os efeitos sonoros, dando um ar de suspense nas partes que o filme precisa. 




Enquanto o CRUEL tortura adolescentes imunes para tentar descobrir a cura com a ajuda de Teresa (Kaya Scodelario) que traiu o grupo no segundo filme. A personagem torna-se braço direito de Ava e ganha bastante destaque com o personagem mais completo da franquia. 

Os grandes destaques de atuação foram para Brenda, personagem vivida por Rosa Salazar e Newt, personagem de Thomas Sangster, com cenas que reafirmaram a escolha do papel deles para cada um desses personagens. A Brenda trazendo o alivio cômico que o filme precisava e o Newt o drama mais cruel que um fã dos filmes poderia pedir. 

O filme se desenvolve muito bem, com notável embasamento nos livros. Frases impecáveis que entraram no momento certo e claro o final de cada personagem em perfeita harmonia com o que foi criado por James. 




Para os fãs dos livros, o final não poderia ser melhor. É um verdadeiro labirinto e todo labirinto por mais longo e complexo que pareça tem seu fim. 






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